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Falsa Loura

Avaliação
7.5

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Crítica
Rosanne Mulholland É a pretensiosa operária Silmara. A simbiose em Falsa Loura foi tanta que o diretor Carlos Reichenbach mudou a cena final da personagem em função de sua condução. Desfecho que, mesmo com o tom poético da fotografia e enquadramento, não tira o peso coerente daquela realidade. Silmara, apesar de não passar de funcionária de uma fábrica, parece ter o rei na barriga. Mostra pouca compaixão com as colegas, desdenha dos homens e não tem campo de visão além de seu umbigo. Mas o dia-a-dia evidencia que a pose não passa de autoproteção. Os seus sonhos dourados, sempre exageradamente kitsch pelas lentes de Reichenbach, vêm em cascatas de decepções quando sente a triste diferença entre o real e a fantasia. Uma cacetada atrás da outra, amenizada com a esperança e os diálogos divertidos.

Autor da crítica
Arianne Brogini

Data da crítica
18/04/2008

Nome original
Falsa Loura

País
Brasil

Ano de lançamento
2008

Diretores
Carlos Reichenbach

Elenco
Cauã Reymond, Maurício Mattar, Rosanne Mulholland

Duração
101 min

Distribuidora
Imovision

Gênero
drama

Classificação
a definir

Promoção relâmpago

Canto roxo