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Bella

Avaliação
7.5

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Crítica
"Minha avó sempre dizia: se quiser que Deus dê risada, conte seus planos a Ele." A frase é de José, - personagem interpretado pelo galã, ator e cantor Eduardo Verástegui - na primeira cena de Bella, quando começa a narrar sua história com ceticismo sobre a vida e seu desenrolar. José é chef de um restaurante tipicamente mexicano em Nova York. Antes, entretanto, foi craque de um grande time de futebol, mas teve a carreira interrompida no ápice do sucesso. Já Nina (Tammy Blanchard) tem a vida toda chacoalhada ao saber, quase simultaneamente, que está grávida, sozinha e acaba de ser demitida do emprego de garçonete. Pronto, um prato cheio para o drama de duas pessoas que compartilham, durante um passeio pela cidade e seus arredores, anseios, frustrações, culpas e alguns clichês. Assim como um destino em comum, que vem para confirmar a impermanência de viver. Com diálogos ora em inglês, ora em espanhol, Bella é o primeiro longa-metragem dirigido pelo mexicano Alejandro G. Monteverde, que estreou de cara vencendo o prêmio de melhor filme do júri popular do Festival de Toronto de 2006. Com traços leves de humor, a trama é narrada em fragmentos, onde lembranças do passado se confundem com fatos do presente, numa sucessão de belezas delicadas e densa dramaticidade.

Autor da crítica
Ana Elisa Faria

Data da crítica
16/05/2008

Nome original
Bella

País
México/EUA

Ano de lançamento
2006

Diretores
Alejandro Gómez Monteverde

Elenco
Eduardo Verástegui, Tammy Blanchard

Duração
91 min

Distribuidora
Califórnia

Gênero
drama

Classificação
a definir

Promoção relâmpago

Canto roxo